HUFSCotidiano (14)

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Não se fala em outra coisa: a ocupação na Reitoria. Vários alunos decidiram, após uma assembléia, tomar tal atitude para chamar a atenção do Reitor em relação a algumas exigências – a principal, o aumento da Bolsa Permanência, onde exigem a correção atrasada da inflação, resultando no valor do auxílio a R$470,00.


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O assunto gerou bastante discussão. De um lado, grupos contra a atitude tomada, de outro defensores do Movimento Estudantil. E também há aqueles que são contra a ocupação e contra o esse povo de LUTA. Oficialmente, o blog HUFSC se posicionou em relação aos manifestantes:





Aproveite para votar na enquete do HUFSC: Qual a sua opinião sobre a ocupação?


Mas a vida continua... Fora da Reitoria a UFSC tenta andar normalmente. Com a greve dos servidores, alguns professores mudam a rotina de pesquisa dos alunos. Se antes exigiam livros e mais livros, com suas normas da ABNT tiradas do c* do inferno, agora se modernizam e mostram jogo de cintura para sugerir pesquisas em outras fontes.


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Mas isso é quem vai pra aula. Afinal, tem aquela galera que, se tivesse graduação em festa, seria Doutor em 3 semanas. Assim, rolou a festa da Economia, que surpreendeu muita gente com uma aula de funk... digamos... não tão tradicional dos lados de cá. Um funk cantado ao vivo, com versões que não economizavam em palavras que não podemos reproduzir aqui, pois esse é um blog de direita, conservador e que preserva a família brasileira. Mas tentarei expressar de outra forma:
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Era um tal de "vou enfiar na sua buchecha, meter no gol até gritar. Você vai chupar meu Paul e me fazer delirar" ou "Lava esse cool que hoje ele é meu, minha dica tá prontinha, doida pra te levar pro céu". Mas, segundo o vocalista, tudo estava permitido. "A galera aqui tá acostumada com o funk tradicional, sem muito palavrão... Mas a Luiza liberou, então vamo nessa". Quem diria, hein? Um CA que é contra o machismo fazer algo assim. Bom, cansei de tentar entender.

No fim das contas, quem estava em peso, curtindo adoidado e lotando o pátio do Assim & Assado era a galera da Serrinha, que virou freguesia VIP em todas as atuais festinhas da UFSC. Se há relação ou não, não sei, mas nessa mesma noite uma Gangue de Lésbicas Masculinas aterrorizou o público, roubando as bolsas da mulherada num esquema todo armado. Como disse um conhecido meu, "porra, ser de gangue tudo bem, mas lésbica?". Machistomofobia é foda.

O mesmo público do alto da colina frequentou em peso o Trote do CTC mais chato de todos os tempos. Enquanto um cover da Vanusa cantando o hino nacional se apresentava no palco, vários "mano" fumavam seu cigarrinho do capeta e curtiam com os nerds bêbados. Há relatos de dois tiros entre brigas de gangues e alguns assaltos. Ou seja, tudo na maior tranquilidade. =)

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