Parabéns!

Ele sempre foi alvo de amor e ódio.

Nós o xingamos, enganamos, retrucamos.
Nós o admiramos, seguimos, citamos.
Mas no fim das contas, nós só temos a agradecer por ele existir. Querem ver?

Se ele não estivesse na sala, nós mataríamos a aula.
Para onde iríamos? Para o bar, lógico. Gastaríamos nosso dinheiro todo e viraríamos noites. Em contrapartida, se faltamos demais as aulas quando ele está, pagamos R$100,00, dinheiro que seria revertido facilmente em bebida.

Ou seja, graças aos professores, não somos alcoólatras!

Então é para vocês que desejamos um...



Muito obrigado! Nosso fígado agradece.


Mas tem professor que não dá pra aguentar, não é?
Uns são muito bons e outros são... Bom, melhor deixar pra lá.

A história a seguir parece mentira, mas é verdadeira e aconteceu no CTC há alguns semestres atrás:

Segundo conta a história, um certo professor fodão de Engenharia fez uma prova muito difícil, como era de costume. Quando foi entregar as provas corrigidas para os alunos, começou com um rotineiro sermão, dizendo:

"Ninguém nesta turma tirou acima de 3,5, o que é um absurdo! Pelo menos um aluno se salvou e tirou 6,0 e só não tirou 7,0 porque fez a prova em vermelho."

Em seguida, perguntou para a turma quem era este aluno:

"Alguém a menos tem salvação nessa turma. Quem é o iluminado, cujo nome ainda colocou abreviado na prova? Quem é o Gab?"

Todos se olharam, espantados. Ninguém da turma conhecia o tal Gab. Depois de um certo tempo uma aluna pediu para ver a prova e, para a surpresa de todos, descobriu que o tão famoso Gab era nada mais, nada menos, do que o Gabarito! Isso mesmo. O incrível professor corrigiu o próprio gabarito e deu a ele a nota 7,0.

Por mais mentirosa que essa história possa parecer, ela é facilmente comprovada. Basta perguntar a todos da Engenharia, ou mais precisamente para a galera que já passou pela Eletrotécnica Geral, que confirmarão tudo. Abraço, Prof. Popó!

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