HUFSCotidiano (7)

Começaram as aulas!
AAAAAAAAAHHH!

E é por isso que não tive muito tempo de postar aqui. Mas não se preocupem: ninguém jogou a história do HUFSC fora, isso seria muita falta de respeito!

Com as aulas conhecemos velhos problemas e novos professores, mas vieram coisas boas também. Calouros chegaram, festas voltaram e com elas as suas histórias esquisitas.

Depois do Churrasco de Recepção dos Calouros 2010.2, a vida acadêmica começou de verdade. Claro, todos sabem como funciona a vida acadêmica no início de semestre: vai pra sala, responde a chamada, corre pro Pida. Mas isso tem mudado gradativamente, e as antigas noites do Pida já não são como antigamente. Na verdade todos vão pra lá porque todos vão pra lá. Não entendeu?

- Onde vai ser a boa hoje?
- Ah, acho que todo mundo vai pro Pida...
- Mas vai tá bom?
- Ah, acho que não, mas todo mundo vai pra lá.
- Hum... Pois é, que saco... Vou pra lá então.

E assim foram as primeiras noites na praça Santos Dumond: todo chegavam, bebiam um pouquinho porque lá a cerveja é cara pra canário, conversavam e iam embora. Só. As antigas noites no Pida nunca mais voltarão, até porque há um posto policial sendo instalado ali. E agora???

No começo das aulas também acontecem as apresentações dos Centros Acadêmicos aos calouros. Isso não costuma render muitas histórias, mas já percebi que esse semestre promete:

- Olá pessoal! Eu sou o Michereff, esse é o Ferrera, a Mayumi e a Karen. Nós somos do CAAD. - Nisso uma caloura levanta a mão, toda empolgada.
- O pessoal do CAAD é solteiro?
-

Mas essa caloura, a "Fernanda", deu muito o que falar depois, principalmente nas festas. Vocês vão ouvir mais dela.

Como nós havíamos anunciado antes, na segunda-feira a reitoria promoveu o Carrelouro: o carreteiro de calouro. Todos foram ao Elefante Branco e se fartaram das paneladas e paneladas de arroz com carne ufscanina. Tudo muito bom e farto. Mas... Adivinhem qual era a comida do RU na terça? Carreteiro, óbvio, requentado e com peixe frito [?]. RU: a melhor opção para você, sempre.

O acadêmicos que participam da lista do CEB agradeceram que as aulas começaram. Tudo estava tão sem assunto que a bola da vez era a polêmica mudança da bandeira de Malawi. Como as aulas começaram como mudanças, incluindo a taxa de FI, as discussões sem fim e nexo voltaram, revelando que tudo voltou ao normal. O cult agora é falar mal do DCE na lista; se essa moda vai durar eu não sei, mas as gargalhadas (dos dois lados da força) são sempre garantidas.

Já tivemos também o Happy Hour da Recepção Integrada CSE-CCJ, uma das maiores festas da UFSC. Começamos aos som oficial da Recepção, "Via Expressa", da banda Banho Maria (formada por alguns alunos das Ciências Contábeis). Depois a festa ficou nas mãos do já residente DJ Alex.

O centro das atenções, mais uma vez, foram os calouros, mas algumas meninas dando em cima dos seguranças também merece destaque. A caloura "Fernanda" foi a primeira a subir no palco (o muro do Assim & Assado) para dançar freneticamente, antes de todos participarem de uma roda de Créu. No final, alguns veteranos deram segundinhos de uma vodca ruim pra cacete (de plástico, diga-se de passagem) até alguns calouros se sentirem livres o suficiente para dar em cima de veteranas. Claro, não conseguiram nada.

Na sexta-feira também rolou um churrasco [?] para os calouros ali, no Campeche. Estava muito frio, mas a cerveja estava quente. Fora isso, a galera também esquentou pelo clima de azaração, o narguile do Caio de novo e a vodca (dessa vez de vidro, pelo menos) na guela (dos calouros). O calouro Paulo aguentou a Trilogia da Amizade até que tranquilamente, eu diria, mas toda ação tem uma reação: em menos de meia hora ele estava vomitando em um canto da casa. As coisas se mantiveram quentes, inclusive a cerveja, e lá pelas quatro da manhã foi o fim da festa, pelo menos para a minha memória.

No sábado, mais frio ainda, presenciamos a Calourada, a festa de recepção do DCE. Na verdade eu não tenho muito o que dizer sobre isso, porque não me empolguei muito com a festa, a não ser pela briga de um carinha com um outro cara que mais parecia a Maria Bethânia. Sim, o público estava estranho, parecido com o 1007 (opa, isso é machistomofóbico!).

Para quem acha que tudo está acabando, é só o começo. Teremos Happy Hours, Cervejadas, Gincanas, Camping... Mas dessa vez tudo será bem melhor acompanhado (se os professores aliviarem um pouco, porque tá soda).

Aguardem...

3 comentários:

  1. Caloura "Fernanda" detonando no primeiro Happy Hour! Gelei! kkkkk

    ResponderExcluir
  2. A guria que perdeu o ovo...não perdeu exatamente, mas ninguém mandou ela deixar o ovo dela no CAAD.
    FATO!

    ResponderExcluir
  3. Pelo amor de Deus, parem de usar meu nome em vão! O nome da santa é Cristina!!!! E pq chamam ela de fernanda...chamem de lyla sei la...deixem o meu em paz! LOL

    ResponderExcluir