Assassinato do Pato Branco - Suspeito nº 1

Finalmente nossas investigações chegam ao fim. Após várias e várias noites sem sono em busca do assassino do nosso inocente pato branco, conseguimos ter acesso ao vídeo exclusivo onde Gabi Herpes interroga o suspeito nº 1 deste crime: Cintra.

Acompanhem.


Segunda-feira, 19 de abril de 2010.
Centro Acadêmico Livre de Economia


Agora que você possui todos os argumentos possíveis, vote. Dia 15 de maio terminará o prazo do Juri Popular e saberemos, de fato, quem matou o pato branco.

Assassinato do Pato Branco - Suspeito nº 2

As investigações sobre o assassinato do pato branco continuam. A comunidade está revoltada e a polícia trabalhando a todo vapor. Para que seja conhecimento de todos, publicaremos a seguir o interrogatório do susPeito nº 2, a Gabi.




Sábado, 18 de abril de 2010.
Rede Mundial de Computadores

HUFSC - Onde você estava no feriado de Páscoa, quando o pato branco foi assassinado?
Gabi - Em Concórdia, visitando a família.

HUFSC - Por quê?
Gabi - Porque eu tinha saudade...

HUFSC - A cabeça não pode mais raspar?
Gabi - Oi?

HUFSC- Há como provar o que você fez durante todo esse feriado?
Gabi - Sim, senhor... Te passo uns contatos depois. ;)

HUFSC - E no domingo a noite, dia 04 de abril, você fez o que?
Gabi - Fiquei num engarrafamento de Lages até Florianópolis, sufocando dentro de um carro.

HUFSC - Você toma banho quantas vezes ao dia?
Gabi - Duas vezes.

HUFSC - Algumas pessoas a viram nos arredores do lago no dia de sua morte. O que você diz disso?
Gabi - A míopia é normal em estudantes, difícil escapar dela. Sem contar que o bosque fica perto, né... Vai saber o que andaram usando...

HUFSC - Nós temos uma foto onde você foi reconhecida na cena do crime. Veja.


Gabi - "É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem".

HUFSC - O que você tem a dizer sobre isso?
Gabi - Vamos fazer uma vaquinha prum curso de Photoshop?

HUFSC - Qual o seu signo?
Gabi - Áries.

HUFSC - Você acredita na possibilidade dessa foto ser uma montagem?
Gabi - Capaaaaaaaaaaaz!

HUFSC - Você está duvidando da credibilidade da Polícia?
Gabi - Polícia? Só se eu visse!

HUFSC - É bom mesmo... Você é vegetariana?
Gabi - Não.

HUFSC - Você acredita em extraterrestres?
Gabi - Acredito. Você com a cabeça desse tamanho só pode ser de outro mundo.

HUFSC - Costuma freqüentar o DCE aos fins de semana e horários fora da aula?
Gabi - Só quando necessitam da minha presença (quase sempre).

HUFSC - Já dormiu no DCE?
Gabi - Tenho casa.

HUFSC - E o que você come quando está no DCE e não há RU?
Gabi - Como somos um movimento estudantil de LUTA, sempre há RU. ;)
(N.A.: Aham, Cláudia, senta lá!).

HUFSC - Sem mais perguntas.


Prepare seu fone de ouvido ou caixinha de som. Uma convidada especial e especialista em encurralar as pessoas interrogou o suspeito nº 1, o Cintra, e para não fugirmos à fidelidade dos argumentos publicaremos o encontro em áudio, além das imagens que conseguimos com o auxílio do Boitatá. Aguardem.

Assassinato do Pato Branco - Suspeito nº 3

Hoje, após uma série de denúncias e o auxílio da nossa equipe técnica, as investigações sobre o assassinato do pato branco chegam em sua fase final. Várias pessoas ainda se perguntam “quem poderia ter feito uma barbárie dessas?” e nós descobriremos, com certeza.

Interrogamos os três mais suspeitos e divulgaremos aqui, para que o júri popular possa averiguar e tirar suas próprias conclusões. Gostaríamos de salientar que nenhum conteúdo das entrevistas foi alterado. Começaremos com o suspeito nº 3, o Boitatá.



Sábado, 10 de abril de 2010.
Lago do RU

HUFSC - Boitatá, antes de você aparecer pela UFSC nenhum animal tinha sido assassinado. Como você explica isso?
Boitatá - Pelo que sei o Catatau foi assassinado no ENECO e eu nem tinha sido feito.

HUFSC - Hum... verdade. Mas você é a criatura que fica mais perto do lago e tinha os pés constantemente sujos por causa dos patos. Não teria sido uma vingança?
Boitatá – Eu não me importo com isso, porque alguns alunos mijam no meu pé nas festas e dão uma limpada.

HUFSC - Onde você estava no feriado de Páscoa, quando o pato branco foi assassinado?
Boitatá – No mesmo lugar de sempre.

HUFSC - Por quê?
Boitatá – Talvez por eu ser uma estátua, não?

HUFSC - Há como provar o que você fez durante todo esse feriado?
Boitatá – Sim. Há uma câmera instalada em minha cabeça que filma tudo o tempo todo.

HUFSC – Então você pode colaborar com nossa investigação emprestando essa fita?
Boitatá – Quem sabe, mas gostaria de algo em troca.

HUFSC – O que?
Boitatá – Queria que você avisasse Laércio Luiz da Silva, o cara que me fez, que Boitatá significa cobra-de-fogo. Eu pareço uma cobra?

HUFSC – Hum... Na verdade você parece um esqueleto de uma Drag Queen maconheira...
Boitatá – EEEEEEEEEEEPAAAAAAAAAAAAA... Drag não, béo abór, eu sou uma quase Lady Gaga.

HUFSC - Algumas pessoas o viram nos arredores do lago no dia de sua morte. O que você diz disso?
Boitatá – Eu SEMPRE estou aqui, esqueceu?

HUFSC - Nós temos uma foto onde você foi reconhecido na cena do crime. Veja.


O que você tem a dizer sobre isso?
Boitatá – Essa é a montagem mais tosca que eu vi na minha vida.

HUFSC - Você está duvidando da credibilidade da Polícia?
Boitatá – Polícia? Onde?

HUFSC - Você é vegetariano?
Boitatá – Historicamente não, mas ultimamente tenho evitado carboidratos depois das 18 horas.

Sem mais perguntas.


Logo divulgaremos o interrogatório com a suspeita nº 2, Gabi.
Aguardem.

Sem Limite – Segunda Edição (2ª parte)

Acordar de mau humor é muito, muito comum. Mas acordar após um desmaio seguido de vômito, ter sido carregado para a barraca, ter dormido apenas duas horas e escutar a voz do Cintra berrando "Bom dia!" pra despertar todo mundo é o cúmulo do absurdo.


Tá no inferno, abraça o capeta! Eu tinha que tirar aquele gosto horrível de guarda-chuva da boca e então, às seis e meia da manhã, fui comprar uma cerveja. Quando cheguei lá o Kretzer, aparentemente recuperado, tinha colocado seu iPod pra tocar (infinitamente melhor do que o som da noite anterior). O Fejão foi o médium da vez: incorporou um rockstar meio afrescalhado e cantou clássicos do poprock atual, mas seu auge foi em outro estilo - What a Wonderful World, do Louis Armstrong. Enquanto isso, aos poucos as pessoas iam levantando e retomando a vida normal. Alguns sentaram em cadeiras pra conversar, outros conferiam os estragos do dia anterior, mas a maioria queria saber que horas sairia a segunda refeição: miojo. Claro, como sou prevenido, levei meu pequeno sanduba natural, que bateu muito bem.

Como a galera estava de barriga vazia e continuava a beber, logo merdas aconteceriam. Tive a ideia de fazer um manifesto: "Ei, Cintra. vai tomar no c#!" convocando a todos para pular no lago, sim. Me avisaram depois que o lago era perigoso (talvez um Boitatá?) e mudei o manifesto para a piscina. "Pessoal, lembrando que ao meio dia haverá o manifesto 'Ei, Cintra. vai tomar no c#!' alí na piscina, ok?!" - Devo ter falado isso, no mínimo, umas dez vezes no microfone, fora outras coisas, como imitar a Gabiherpes: "Ele faz economiaaaa, éééééan, gosta de uma putariaaaa, e por incrível que pareça pegou uma guria. Vou falar com ele - LF!". Nem vi, mas ele tava do outro lado do bar e ouvia tudo o que eu dizia. Quando percebemos isso, Fejão e eu rolamos de rir no chão, óbvio.

O Cintra, adiantado, começou a estragar meu manifesto se jogando na piscina. Tudo tava ficando chato e resolvi me distrair. Achei uma minhoca no chão e corri atrás da Camila do RI. Eu não sabia que ela sofria de Escolecifobia (fobia de minhocas - Viu? Este blog também é cultura! - Aham, Cláudia, senta lá!). Corri atrás dela, pois a minhoca parecia querer se enturmar. Ela queria ser amada, poxa! Mas a Camila berrou, correu, quase chorou e ignorou a coitadinha... Depois eu desisti e fiquei sem esperanças, largando a minhoquinha. Mas QUE CULPA EU TENHO se ela caiu na Camila?

Estávamos prontos para o manifesto quando a Ritinha o estraga de vez, trazendo o tão pedido miojo. Mesmo assim, ao meio dia, pulamos Guilherme (Contábeis) e eu. Tudo bem, já estou acostumado com esse tipo de Movimento Estudantil fraco... Né, Arland?

Olha, a organização se superou dessa vez, hein!? Até uma simulação de fila do RU eles fizeram. Que orgulho! Mas no final das contas, a simulação foi tão perfeita que acabou a comida! Aí foi a hora de mais um manifesto, onde todos colocoram os pratos vazios na cabeça, estando sujos ou não. Dessa vez a participação foi maior, graças a Deus.

Todos comidos [?], começamos a arrumar as coisas pra partir. Desarmamos as barracas e fomos conversar na varanda. Foi daí que surgiu o assunto do sarro. isso mesmo - SARRO. Alguém já aprou pra pensar no que significa sarro? Pois bem, eu expliquei pra galera que sarro é (perdão pela nojeira a seguir) o resto de fezes que se acumulam nos pêlos pubianos traseiros. Hoje eu sei que na verdade sarro é o resto de qualquer coisa em qualquer lugar (tipo borra de vinho no tonel, ou resto de comida nos dentes), mas a minha definição garantiu frases do tipo "Pow, não vou mais tirar sarro da sua cara!" ou "Imagina tirar sarro das costas do Fejão?". LAMENTÁVEL.

Embarcamos nos ônibus e pegamos a estrada. Estávamos tão bêbados e cansados que nem demos mais bola pra estrada ou as histórias, mas todos com uma certeza: semestre que vem queremos mais!

Sem Limite – Segunda Edição (1ª parte)

Mais um Camping, mais chuva... Ninguém tinha a mínima noção do que esse acampamento seria, mesmo todos tendo a promessa de que seria pior que o último. E foi.

Saímos poucos depois das 14 horas da UFSC e fomos felizes pela estrada, todos falando suas abobrinhas de sempre, até que na primeira curva meu nariz começa a sangrar, do nada. Foi o suficiente pra todo mundo ficar preocupado, mas era só o aviso: “Cintra, nem chegue perto, pois estou nos dias!” Funcionou, graças a Deus.

Estancado o sangue, aproveitamos para relembrar os velhos tempos do primeiro Sem Limite, onde choveu e fez frio, o Cintra invadiu minha barraca (seguido do Thiago só de cueca de zebrinha), a Ritinha acordou a todos com um megafone, o Kretzer tentou estuprar uma menina, houve competição de tapa com o Vitinho, pé quebrado no futebol de sabão, meninos da Economia dormindo de conchinha, entre tantas outras coisas. Claro, na segunda edição muita coisa seria do mesmo jeito, ou pior.

O caminho seguiu tranqüilo, mesmo o Kretzer achando que selva é o nome dado às plantações de arroz e o Heitor achando que favela é o nome dado aos casebres de pessoas do campo. Mas logo a tal selva do Kretzer chegou, e ficamos com medo quando o ônibus estava tão alto que parecia estar voando. Uma caloura de Economia estava transparente de medo, quando cantávamos “Se essa p*rr@ não virar, olê olê olá, eu chego lá!” ou “Vira vira vira, vira vira vira, vira vira vira...”. Tá, confesso, até eu fiquei com medo, principalmente quando olhei pela janela, não vi o chão e quem estava auxiliando o motorista era o LF. TENSO.

Finalmente chegamos. O lugar era infinitamente melhor que o outro (pelo menos não tinha tanto mosquito). Tinha piscina, uma casa rústica muito bonita e uma área de festas enorme. É amigo... Estávamos fu. Começamos a carregar algumas coisas quando um estressezinho rolou entre a organização. “Ah, quer saber, vou beber!”. Peguei o microfone e fiz meu primeiro anúncio (de milhares): “Galera, a cerveja ta liberada!”. Perto do campo onde armaram as barracas senti um cheiro familiar de bolo e percebi que tudo ia escurecendo, além da noite. Aí sim, a galera começou a jogar bola, vôlei e beber.

Começou um pouco tarde a ter merdas acontecendo, mas quando começou não parou mais. O DJ da A1 Formaturas estava genial! As músicas animadas dele, no estilo “velório dos anos oitenta” alegraram os acampantes de tal forma que o negócio era começar a jogar uma sueca, afinal "o importante é o que importa". Mal comecei a ficar bêbado quando o Titi chamou a galera participante da Descarga Alcoólica, incluindo eu. E lá fomos nós. Cara, a pressão daquilo é absurda! Fiquei arrotando por horas...

Logo após começou a putaria festa. Mulheres bêbadas, homens bêbados... Bem, até o LF se deu bem! Dizem que ele pegou uma mulher, e que essa pegou mais pessoas e deu em cima da Ritinha (estudante de Serviço Social) e oferecia algo seu para os outros. Que bondosa. Além dela, a Ritinha também foi assediada por alguém da organização. A bebida entra e a verdade sai. O Heitor foi tomar banho e deu bobeira: deixouy a mostra sua cueca de oncinha. É, camping revela vários segredos.

Falando em bebida, ela pode deixar as pessoas felizes ou tristes; calmas ou agressivas. Várias cadeiras foram quebradas, inclusive uma mesa de mármore. Depois eu que sou gordo...


“Dale a tu cuerpo alegria Macarena
Que tu cuerpo es pa' darle alegria y cosa buena
Dale a tu cuerpo alegria, Macarena
Heeeeeey Macarena! AAAAAAAAAAAI!”


Quem diria, depois de anos dancei a Macarena. E várias pessoas também, afinal já tava todo mundo doido! Eu já estava querendo demais a tequila que o Kretzer trouxe, já tinha bebido a Jurupinga do Titi e Cuba com mais algumas pessoas. Chegou a tão sonhada hora da primeira refeição oferecida: cachorro-quente. Todo mundo estava numa larica absurda, comendo pão com molho, pão seco, pão com terra... Logo após isso é que pulei na piscina várias vezes... Bom, prefiro não comentar. Estava conversando com o Couto no bar quando meu nariz começou a menstruar denovo. Saco! Fiquei lá com um O.B. tamanho GG no nariz bebendo, óbvio.

Ah, os gogoboys do C6 apareceram também! Nós não perdemos a chance de exibirmos os corpinhos sarados na mesa do bar (antes de ser quebrada, lógico, porque temos a manha). Menos o Marcelo, que quis subir na pedra... ¬¬ O DJ já estava mais louco que o Batman quando fomos buscar a tequila. Nessa hora o Fejão já estava dormindo (LAMENTÁVEL) e ouvíamos sons molhados saindo das barracas vizinhas. Pelo visto a Tessália fez mais sucesso do que imaginei...

Voltamos e bebemos a tequila, sem sal, sem limão, sem nada. Bom, a partir daí não me lembro... Mas, pelo que me contam, vomitei azul, fiz peixinho na quadra de volei de areia, me encontraram desmaiado nas pedrinhas na frente da casa... É, acho que foi a pressão baixa. Me contaram também que houve garotas de um curso com acento circunflexo que entraram na barraca de meninos para fazer um movimento conhecido entre os rapazes. Mas, com certeza a história mais comentada do meu momento de amnésia foi o paranormal Chico Kretzer. Uma manifestação espiritual diferente, onde o Kretzer recebeu entidades que transmitiam sua mensagem através do psicogorfo. Os vômitos traziam do além recados ou imagens. Há quem diga que podia-se ver a Capela Sistina num deles.

Depois de horas e horas de bebedeiras, as pessoas foram descansar. Ou, pelo menos tentaram, porque não houve muito tempo pra isso. Afinal, muito mais histórias viriam no dia seguinte.

Assassinato do Pato Branco

Oiiiiiiii gente amigaaaa! Olhããã, maaais um caso (ãããã) de políciaaa. O meliante (ãããã) foi até o laguinho, aquele lago novo que fizeram na UXQUI, (ãããã) e matou o pobre coitado (pausa) doooo pato branco! (ãããã) A polícia (éééé) já tem os suspeitos doooo crime.

É, pessoal, um crime bárbaro aconteceu essa semana na UFSC. Mataram o pato branco do lago. Ele deixou esposa e cinco filhotes. Realmente um absurso.

Mas a equipe de MiSherlock Holmes está aqui para desvendar esse mistério. Nós temos 10 suspeitos, e é você quem vai ajudar a decidir quem é o culpado. Vamos a um breve perfil deles:

BOITATÁ
Suspeito n° 1, esse monstro que vive ao lado do lago folcloricamente come animais e fuma baseados. Suspeita-se que tenha se vingado pois os filhotes do pato cagam sempre no seu pé.




BOZENA
Famosa no seriado Toma Lá Dá Cá, ela é a figura mais ilustre de Pato Branco. Para garantir sua fama, há a hipótese de que tenha matado o animal para voltar a ter as atenções da mídia.




CATAPAU
Após a morte de Catatau, o incomparável UFSCão líder da Universidade, Catapau se tornou o mascote do campus. Contudo sentiu-se ameaçado com a presença do pato branco.




CINTRA
Estudande de Administração, todos do curso já sabem que se alguma coisa acontece de errado, a culpa é sempre dele.





COZINHEIRA DO RU
Com a multiplicação de alunos na UFSC e a mesma entrando em colapso, há a teoria de que uma cozinheira do RU, num ato de desespero, tenha sacrificado o pato branco para servir.




DUENDE DO CFH
Chapado e morrendo de larica, um duende do CFH teria procurado pela UFSC toda algo para comer. Ao ver o pato branco dando sopa no lago, não pensou duas vezes.




GABI
Todos sabem dos problemas mentais que essa menina de Letras sofre. Ela teria se confudido mais uma vez e matado o pato por engano. Na verdade ela queria era afogar o ganso.




GOLLUM
Ele gosta de carne fresca, e se mexendo.






MINOTAURO DO CFM
Essa lendária criatura que habita o moderno e recente prédio do CFM costuma atrair os mais distraídos para seu temido labirinto. O pato teria ido até o local e nunca mais apareceu.




MORTO DE FOME DO RU
Há vários meses sem conseguir sequer chegar à porta do RU, pois morreu esperando a sua vez, o morto teria ido até o lago, que fica mais perto, e saboreado um belo pato assado.



Agora é sua vez!
Pesquise bem e dê seu voto na enquete ao lado. Afinal aqui, no final, Você Decide.

Cervejada do CTC

Essa é tradicional! A Cervejada do CTC acontece já há alguns anos, e tem melhorado bastante de lá pra cá (em alguns aspectos).

Sim, caros compan... cof! cof! (alguém da lista do CEB passou por aqui), amigos, há cada vez mais cerveja, o som está cada vez melhor, mas o público é sempre o mesmo: HOMENS! Duvida? Vamos aos números:

99,99999999999999% do público é composta por homens
00,00000000000001% do público é composto por mulheres, gays e anãs

Resumindo, havia 4 homens para cada macho

Mesmo assim a festa estava ótima! Nunca vi tanto público e por tanto tempo em uma festa na UFSC.
Eu estava sem dinheiro, mas foi aí que usei a já famosa tática de beber de graça do mestre Miagui:


ATENÇÃO:
Este é um procedimento para profissionais. Não repitam isso em casa.

Ingredientes:
- 1 caneca
- 1 cervejada
- Amigos (com pulserinha)

Mode de usar:
Você chega com sua caneca ao local do evento. Tem que ser caneca, copo é muito tosco. Como quem não quer nada, faça uma rodinha com dois amigos próximo ao bar, de maneira com que as pessoas de seu interior não o vejam, mas o acesso a ele seja fácil. Com destreza e precisão, peça para seu amigo pegar cerveja junto com o outro. Enquanto você está sozinho, aproveite e procure mais amigos com pulserinhas, mas não saia do lugar. Peça na cara dura um poquinho de cerveja aos amigos e se sirva à vontade.

*****

Foi desse modo que fiquei bêbado, assim como várias pessoas. O tempo foi passando, a bebida entrando... Não satisfeitos e de saco cheio, algumas pessoas do C6 resolveram ir ao anexo beber mais e mais e mais.

Aí entra uma história fatídica. Lembram quando falei do RU? Pois bem. Os efeitos colaterais do consumo do que lá servem possuem três estágios: o estágio gasoso, o estágio horroroso e o estágio penoso. O estágio gasoso é o mais comum de todos, onde você chega a ter gases com tanta frequencia que passar a bocejar menos e peidar mais. Já o estágio horroroso é quando o gás vira massa, mas a frequencia continua (esse era o meu estágio nesse dia). Já o estágio três é HU na hora.

Rodobaca!
Hummm... Não! O Thiago do CARI foi sozinho fazer rodobaca no meio do anexo. Coitado, nem sabia direito o que estava fazendo. Ficamos lá bebendo até acabar tudo e finalmente dizermos chega à culpada disso tudo: a cerveja.

Falando em cerveja e cervejada, deixo vocês com 20 curiosidades sobre esse líquido Damned and Divine: