Churrasco da organização

"Então galera,
Vai rolar o churrasco hoje no anexo da organização? Tem bastante gente contando com isso!
Abraços,
--
Vilmar Michereff Junior"

Tive que manda um email para o grupo do C6 perguntando. Afinal, já era meio dia e ninguém nem tinha tocado no assunto do churrasco. Havíamos combinado de fazer esse churrasco após a Cervejada com as cervejas que estavam lá desde os Happy Hours passados. Assim, depois de uma troca intensa de emails na tarde da segunda-feira (véspera do aniversário de Florianópolis) vários vagabundos cachaceiros decidiram por fazer.

Cheguei lá e nada havia sido preparado. O pessoal do CACiC estava firme e forte na sua reforma e havia alguns perdidos por lá (como sempre). Bom, aos poucos a coisa foi acontecendo, as pessoas foram preparando tudo e, finalmente, começamos a beber. Só que eu não sabia do tamanho da merda que aquele, até então simples, churrasquinho (naturalmente, sem carne) ia virar.

Surgiram dois violões, um Cajon e, pra infelicidade de muitos, um microfone. Sim, um microfone para a
Jaqueline (vice do CAAD). Eu digo que o microfone está para a Jaque assim como o megafone está para a Ritinha. Sério, até se a Jaque tivesse vontade de arrotar faria isso no microfone. Ela agarrou aquilo com um amor incondicional e tentava agitar a galera, mas a galera não estava muito afim de agito (ou não). Apesar de tudo ela canta super bem (ao contrário do Edu e seu Cajon - ai meu ouvido!).

- Maraca!

Sim, eu achei garrafas de maraca. Acho que foi daí que tudo começou a desandar. A galera largou a cantoria e colocamos um som eletrônico pra todos ficarem mais à vontade. Ficaram até demais. Um pessoal se achou "os gogoboys da lage" e subiu numa mesa. O João tentou, mas quase caiu num escorregão muito engraçado. LAMENTÁVEL. Minha camiseta estava suada, então eu acabei pegando uma de calouro de Serviço Social que havia no nosso CA. Não sei porque, mas a partir daí me deu uma vontade incontrolável de varrer o chão e limpar tudo! Tanto que até varri algumas vezes... (brincadeira, meninas!).

- Rodobaca!

O LF insistiu tanto na ideia que lá foram todos pra rua, com duas Taças do Mundo, brincar de rodobaca. Nem preciso dizer que tomei um banho de vodca com cerveja. Não contentes, alguns arruaceiros pegaram os carrinhos de supermercado e inventaram outro tipo de brincadeira: O Carrinho da Alegria do C6.


Ai, bati meu cóccix!


Depois disso ter se repetido várias e várias vezes, inclusive contra o muro, apareceram vários seguranças pra ver o que estava acontecendo. "Ah, são estudantes... Normal...", disseram. Como assim é normal brincar de Jackass? No outro dia é que fui descobrir que o Bomtorim domina a arte do Le Partoba.

Eu já estava vendo duendes atrás dos arbustos quando a galera desistiu da brincadeira e voltou a beber o que ainda sobrava. Casais se formaram, eu fiquei imitando a Gabiherpes sem parar e alguns ficaram bêbados demais. Ou seja, tudo começou a ficar bem chato.

Esse foi mais um dos churrasquinhoso improvisados dos CA's do CSE e CCJ. Foi legal e tranquilo como de costume. No fim das contas percebemos que o pessoal do C6 é, de longe, um dos mais retardados da UFSC.
*****

P.S.: Algumas pessoas assistiram ao vídeo e me perguntaram "Pow, e o Bomtorim tá bem?". Segue a resposta dele na lista de emails do C6:

"Eu me sinto compelido nesse momento a contar o ocorrido dessa manhã...

Depois de rolar na cama por 3 horas sem conseguir durmir
(sic) (após o desaparecimento do efeito do álcool e o aparecimento de uma dor insuportável). Eu fui obrigado a ir no H.U. para tirar uma radiografia do meu coquis (sic) com suspeita de fratura. Para sorte minha e para felicidade dos meus colaboradores, não existia fratura alguma (mas apenas "um trauma no coquis (sic)" e a maldida dor insuportável).

Resultado, depois de alguns analgésicos a dor melhorou. Mas apesar disso, vou ter que ficar uma semana sentando de lado e fazendo compressa de água fria na região do coquis
(sic). (Isso mesmo, vou ter que colocar gelo nas nádegas 4 vezes por dia).

Enfim... Para aqueles que não fazem idéia do que eu estou falando... Peço que o senhor Cintra coloque o video em evidência
(N.A.: o mesmo que foi postado aqui).

Abraços meus queridos.
"

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