ADM volta às aulas com Happy Hour

Semana corrida essa... Ufa! Graças a Deus ela acabou e tudo o que planejamos ocorreu quase dentro do previsto. O primeiro Happy Hour do CAAD me deixou em alerta o dia todo, principalmente quanto à chuva. Mas, pelo visto, São Pedro tratou a incontinência urinária.

Tínhamos um grande problema: efetivo. Faltam pessoas para trabalhar em eventos maiores. Por isso pedimos ajuda a alguns estudantes da ADM para realizarmos a festa, e em troca dávamos algumas cervejas (meu chefe bem que poderia fazer isso de vez em quando). Dessa vez, depois das festas úmidas, não choveu nenhuma gota. Isso fez com que todo mundo viesse até o CSE. Na coxia o medo era em relação à cerveja comprada, menor do que o combinado, e sem dúvidas esse foi o Happy Hour mais estressante que ajudei a fazer. Fora isso, para o público, o que não deve ter agradado muito foi a banda. Ô bandinha ruim... A vocalista dava umas desafinadas colossais! Mas como tudo tem uma solução, o DJ entrou em seguida e agradou a todos.

Em um determinado tempo, pra aliviar minha cabeça da dor da gripe e do stress, saí do bar e fui curtir a festa com a galera da ADM, que pra agitar um pouco o ambiente começou a puxar o tradicional grito “Loooooco, loco, loco, loco, loco, faço ADM!” várias vezes. Os calouros adoraram tanto isso que às vezes quando algum começa a cantar dá vontade de mandar ir pra fruta que caiu (ou pior, pra Palhoça). Mas fazer o que... Eu sinceramente torço pra que toda essa animação se mostre na Gincana do C6.

- Cintra, precisa de alguma ajuda aí no bar?
- Pelo amor de Deus, Michereff, busca gelo!

Lá fui eu e o Bomtorim (estudante de ADM e loco feito o grito do curso) catarmos mais gelo e enfrentarmos todas as pessoas no caminho: maconheiros, lésbicas beijantes, mendigos... Realmente, as festas do CSE são demais! A anã estava lá desde que nós montávamos o bar, montado um esquema e dizendo que o Infinity na TIM é uma bosta. Demais! Depois de suarmos bastante a camisa, voltei pro bar no momento em que parecíamos gladiadores cercados pelo povo romano sedento por
sangue sexo cerveja. Foi soda. Mas logo a correria diminuiu e pude “curtir” mais um pouco (eu estava exausto). Pra mim esse Happy Hour não foi muito divertido, tirando o fato de que revi muitas pessoas que não via desde o semestre passado, como a Milene (sensacional estudante de Farmácia), as ex-radialistas do programa Elas Convidam (da rádio UFSC), a Andréia (aluna de ADM mór da hora), a família reunida (eu, Breno, Tiago, Camis, Bibis, Maris, Karin e Japa) e toda a calourada. Claro, aproveitei para pedir coisas aos calouros, já que as filas estavam grandes demais e eu estava sem saco.

Nesse Happy Hour, como todos os atuais da ADM, fizemos uma brincadeira. A da vez era o Beber de Proveta, já usada no Happy Hour da Ocktoberfest (tinha um nome em alemão mas eu nem lembro mais. Aliás, nunca consegui falar aquele nome direito). Teve várias etapas, e o ganhador foi um aluno da Biologia. A galera parece que curtiu, menos eu, que queria ter participado, mas não tinha jeito. Mas deixa... Na próxima estarei lá pra trazer o título para a ADM.

De repente acaba a cerveja da festa acaba (mais do que previsto, já que houve confusão na compra da cerveja). Pra ajudar, em um turno do bar as fichinhas recebidas não foram rasgadas e várias voltaram coladas na lata. Minha cabeça estava explodindo. E ainda tínhamos todas as coisas para arrumar e guardar. É amigo... Não foi fácil, mas também ninguém morreu (ou não). Depois disso a Camis e o Fejão vieram comigo pra casa comer lasanha, pizza, falar um monte sobre assuntos políticos de socialismo e capitalismo (toda vez que eu fico bêbado começo a falar sobre isso. E alguém me achar um porre nessa hora, me dê um tapa por favor. Obrigado) e fomos dormir. Eu precisava descansar, pois além desse evento, outro (que não era do CAAD) aconteceria: o trote sujo.

Um comentário:

  1. Eu posso ouvir o Citra dizendo "Pelo amor de Deus, Michereff, busca gelo!"

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